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Apocalipse, Capítulo 14 Explicado



 A última advertência divina dada a um mundo ímpio

Versículos 1-5 — “E olhei, e eis que estava o Cordeiro sobre o monte Sião, e com ele cento e quarenta e quatro mil, que em sua testa tinham escrito o nome dEle e o de Seu Pai. E ouvi uma voz do céu como a voz de muitas águas e como a voz de um grande trovão; e uma voz de harpistas, que tocavam com a sua harpa. E cantavam um como cântico novo diante do trono e diante dos quatro animais e dos anciãos; e ninguém podia aprender aquele cântico, senão os cento e quarenta e quatro mil que foram comprados da terra. Estes são os que não estão contaminados com mulheres, porque são virgens. Estes são os que seguem o Cordeiro para onde quer que vá. Estes são os que dentre os homens foram comprados como primícias para Deus e para o Cordeiro. E na sua boca não se achou engano; porque são irrepreensíveis diante do trono de Deus.”

Apocalipse, Capítulo 14 Explicado (2ª parte)

   

Continuação de apocalipse 14
 

    Era vontade de Cristo que Sua igreja fosse unida. Orou para que Seus discípulos fossem um, como Ele e o Pai eram um, porque isto daria poder ao Seu Evangelho e levaria o mundo a crer nEle. Em vez disto, olhe-se para a confusão que existe no mundo protestante, para os muitos muros de separação que o dividem numa rede de sociedades, e para os muitos credos discordantes como as línguas dos que foram dispersos quando construíam a torre de Babel. Deus não é o autor disto. É o estado de coisas que a palavra “Babilônia” descreve com propriedade. Usa-se esta palavra com este mesmo fim, e não como termo de censura. Em vez de se encher de ressentimento quando se menciona este termo, o povo devia antes examinar a sua posição, para ver se em sua fé ou prática é culpado de ter algum relacionamento com a grande cidade da confusão. Em caso positivo, deve separar-se imediatamente dela.